quarta-feira, 16 de junho de 2010

:: Uma Arma às Quartas

Se você mora em São Paulo terá problemas para se locomover em jogos do Brasil na Copa deixando você estressado. Talvez a solução contra as chatas vuvuzelas seja a Intratec TEC-DC9, ou como é conhecida na roda de samba, TEC-9.



A Intratec TEC-DC9 é semi-automática, pesa em torno de 1,5kg, utiliza mução de 9x19 Parabellum que você encontra em qualquer padaria ou mercearia de sua cidade, aceita alimentação de clipes com 10, 20, 32, 36 ou 50 salvas, ou seja, do tamanho da sua necessidade. Apesar de ser considerada apenas uma menor seu design é psicologicamente intimidador e barata.



Por este caráter e acessórios ela é tão fácil de usar que até uma criança pode usar. E como os Tiros em Columbine ('memba this?) provaram, crianças adoram usar. Idela para massacres estudantis, ataques de fúria no trânsito e controle populacional argentino durante jogos do Brasil.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

:: Um Lugar às Segundas

Faz tempo que não tomo meu café na Tabapuã. Quase um ano ficou para trás desde a última vez que pisei em qualquer cafeteria da rua - não que existam muitas. Seja como for, nenhuma delas é melhor do que a saudosa Oz Café, da qual eu era vizinho. O que me fazia dar uma paradinha antes do trabalho, sempre que possível.



Localizada bem no comecinho, ali pertinho da Av. São Gabriel, a Oz Café Bistrô pertence ao mesmo grupelho do Santo Grão e (se não tema mesma ambientação) mantém o ar de isolamento do mundo lá fora qjue tanto gostamos nos cafés de São Paulo. Assim como no seu primo, também serve almoço mas o forte (e mais em conta) são mesmo os variados tipos de cafeína, os sanduíches e salgados bem diferentes daqueles do bar da esquina.



Se me perguntar, eu aconselharia o capuccino e um folheado de queijo e presunto se houver fome e para terminar uma torta ou aquele brownie que não tem erro. Apesar da suntuosidade, o Oz Café é mais para uma reunião de fim de expediente ou café pós-almoço do que "esquenta". Até porque abre apenas até 20h.



O wi-fi não tem senha mas só pega lá dentro - pelo menos não é o limitado Vex. Eu ainda só não descobri se Oz é referência a "O Mágico de Oz" ou "Osasco"... hm, i wonder what will be...

sexta-feira, 11 de junho de 2010

:: Um Review Vez Em Quando

Tenho que admitir, não vi muitos de seus filmes mas eu gosto da câmera de Roman Polanski e gosto do jei como ele conta histórias. O único senão é que seus filmes seriam melhores alguns minutos mais curtos. De um modo geral eu gostei de "The Ghost Writer", seu mais recente e já premiado longa de suspense.

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A trama é simples. Um escritor britânico (Ewan McGregor) um pouco frustrado sobrevive de ghost-writer para subcelebridades até que oferecem a chance uma vida - as memórias de um ex-Primeiro-Ministro (Pierce Brosnan) que caiu em desgraça por suas atitudes duvidosas em relação a políticas anti-terroristas à margem da legalidade e que vive nos EUA enquanto prepara sua biografia. Com o aparente suicídio do predecessor, o Escritor tem que finalizar a obra. O elenco aind atem a Esposa (Olivia Willians), a Assistente (Kim Catrall) e a Figura Sinistra (Tom Wilkinson). Dentre outras participações famosas menos importantse para a trama.

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Polanski tem um cacoete que muitos devem odiar mas eu acho interessante: filmar cenas completamente banais mas que o expectador atenta para o caso de serem fundamentais para o caso. Quase nunca são. Ao mesmo tempo esse recurso faz com que você perceba nuances na vida dos personagens transmitidas pelas pessoas ao seu redor. Outro fator que me agrada é o que posso batizar de Curiosidade-Suicida-AutoImune de seus heróis. Não são exatamente pessoas virtuosas e até meio covardes mas o impulso de escarafunchar segredos é a força da engrenagens de suas ações. Eles se borram de medo das consequências mas simplesmente não podem evitar ir mais e mais fundo no mistério.

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Com a acusação de Crimes de Guerra pairando sobre a cabeça do Primeiro-Ministro, o enredo toma ares de espionagem internacional que o Escritor tenta desvendar mas que, sem surpresas, falha miseravelmente por não entender de verdade como isso funciona e entender o que o sistema é capaz de fazer para manter o sistema funcionando. Sua pressa em resolver os mistérios da casa o tornam imprudente e alvo fácil para os verdadeiros manipuladores de informação que só são revelados - óbvio - no bom final que pode até desagradar aos otimistas mas que, para mim, pareceu bem realista.

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Com essas poucas palavras sem spoiler, digo que "The Ghost Writer" vale a pena ser visto no cinema onde o som e o climão de suspense maximizam a experiência de intriga e traição em torno de um segredo contido nas páginas de um livro banal mas que pode - potencialmente - revelar um escândalo do qual EUA e Inglaterra talvez nunca se recuperem.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

:: Um Álbum às Quintas

O jazz é para poucos. É um ritmo estranho, caótico. Não é o que você normalmente sintoniza na sua rádio no trânsito ou lavando sua louça. Mas enquanto gente como Madeleine Peyroux nascer, ele nunca realmente morrerá - diferente do rock que teve morte cerebral mas o corpo é mantido vivo com a ajuda de aparelhos. Mas divaguei...



Neste álbum de 2004, que ouvi acidentalmente domingo e gostei, Madeleine Peyroux interpreta covers de Leonard Cohen (excelente faixa inicial "Dance Me To The End of Love"), Bessie Smith com sua "Baby, Don't Cry", Bob Dylan e outros.

Sua única faixa original é a ótima "Don't Wait Too Long", que prova seu talento também com compositora além de violonista. Se você precisa de qualquer incentivo para ouvir Madeleine uma só basta - sua voz lembra claramente Billie Holiday.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

:: Um Lugar às Segundas

Não tem o que não gostar na rua Oscar Freire. Mas para mim, o melhor não está no fato de ser a mais badalada rua de SP. Não está na nata da sociedade paulistana que passa suas manhãs de sábado de lá pra cá no shopping a céu aberto. Para mim, o melhor motivo para andar até lá é o Santo Grão, minha cafeteria favorita.



No Santo Grão, casa especializada em todos os tipo de café, graças a seus donos exportadores do ramo, o clima é de bate papo informal mas com ares sóbrios ressaltados até pela sua arquitetura. Mesmo assim, tem aquele toque de pré ou pós balada irressitível ou (quase sempre no meu caso) o de um café da manhã ou ponto de encontro mais arrumadinho para meu chocolate quente com a namorada.



Mas atenção aos preços - almoçar ou jantar no Santo Grão não é uma opção para orçamentos modestos. A comida é ótima (tente o omelete) mas eu normalmente fico no capuccino, chocolate quente e, em alguns casos, o petit gateau. Pelo mesmo motivo, evite se aventurar nas opções exóticas se você se importa de pagar $6,00 numa micro-xícara de café.



Então, fique no básico e você terá uma deliciosa manhã (ou início de noite) no ponto mais tranquilo e bacana da Oscar para quando você quiser o melhor café da região e estiver enjoado da Starbucks - ah, o wi-fi é liberado para clientes com a senha "blendsantograo".

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Um Gadget às Sextas

:: Para sua primeira vez em New York, a agente independente que não gosta de pedir direções neste mundo moderno onde todo mundo tem seu GPS pode contar com mais um auxílio ao visitar a grande Maçã, o NYC Metro Cuff Bracelet.



O bracelete contém linhas, números e ruas ligadas ao sistema de metrô de New York em baixo relevo para que você possa se movimentar com segurança bastando apenas checar seu pulso, como se estivesse vendo as horas. Ótimo para não parecer turista - sabe como pode paracer o metrô de là noite, right? O metrô de NY na palma da sua mão. Hm, ok, não exatamente na palma.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

:: Um Lugar às Segundas

Faltava outro bar mais arrumadinho na minha área. Ok, não que estejam em falta bares e restaurantes no Itaim mas o meio-termo perfeito entre barzinho e balada nem sempre se encontra perto. Agora, para concorrer com o São Bento e Vaca Véia, bem ali do outro lado do meu quarteirão, abriu um filial do Salve Jorge.


*Salve Jorge do Centro*

De ambiente extrovertido e atendimento excelente, o Salve Jorge tem preço acessível, boa comida e se você se chama Jorge pode receber até bons descontos dependendo do dia da semana. Eu conheci o bar no centro, bem alí na porta do antigo Banespa e desde então foi eleito minha casa favorita (até agora) para o encontro com amigos.


*Salve Jorge do Itaim*

Os que bebem (não é meu caso) dizem que a cerveja é ótima a preço digno. Já os que comem (o meu caso) recomendam a Picanha do Jorge, com arroz biro-biro e alho douradinho. Quando com a família e amigos, cada um pediu um prato diferente e ninguém saiu infeliz.


*Salve Jorge do Centro, foto do meu celular*

Mas o que eu ainda não consegui descobrir é se o caldinho de feijão sustenta a nota. De qualquer forma, reclamações - segundo as regras da casa - são com o patrono na porta; aquele segurando a espada ensanguentada.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Uma Arma às Quartas | 24 Horas Tributo

A AK-47, o M16, o SVD e a M60 , já descritas aqui, são realmente armas poderosas. Contudo, são mais adequadas para levar naqueles manjados e românticos pontos turísticos pelo mundo... Bagdah, Teerã, Adis-Abeba, Freetown, Pyongyang... diversão para ser curtida a dois ou em família.

Para o dia-a-dia do homem moderno, nada substituiu uma handgun para encontros inesperados e close combats. E, neste ponto, todo mundo tem sua preferência. Se você está pensando em adquirir uma boa companheira para todas as horas, recomendo a SIG P229... por vários motivos...



Primeiro, porque a SIG P229 é leve, compacta e usada por forças de segurança e contra-terrorismo em todo o mundo. Fácil de portar e disfarçar. Vem em modelos de calibre 9mm parabellum, .40S&W e .357SIG. Pesa em torno de 800g e aceita cartuchos de 10, 12 ou 13 rounds {depende do modelo}.

Segundo, porque possui capacidade para diversos recursos modernos {silenciadores, lanternas, mira laser} que podem ser facilmente adquiridos em lojas afora.



E terceiro, o ítem mais importante, é a arma de nosso contra-terrorista favorito, Mr. Jack Bauer. Sem ela, nosso estimado agente não duraria nem 24 horas solto nas ruas.



Se seu objetivo é um utilitário para o cotidiano ou rápidas fugidinhas de fim de semana no Rio de Janeiro, pode confiar que a SIG P299 é uma boa escolha para se ter ao lado. Além da namorada, é claro.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Previously On LOST

O lado bom de ver algo com baixa expectativa é que qualquer coisa bem-feita satisfaz. Assim foi o último episódio de Lost, "The End", onde finalmente descobrimos o destino final de (quase) todos os personagens e a verdadeira natureza dos Flash-Sideways, a realidade alternativa que era mostrada em suposta rota paralela.

Hoje, com a mente menos veloz, posso separar a análise do capítulo final por cada realidade. Até porque tecnicamente descobrimos que uma é real e a outra... bom, chegaremos lá...

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A Realidade
Aconteceu o que muitos fãs previam, Lost acabou sem dar resposta a várias perguntas bacanas e mistérios surgidos durante 6 anos de transmissão. De onde veio (mesmo) a Ilha? Se o cargo de guardião da Ilha é passado de mão em mão, quem foi o primeiro? E a porra da estátua de 4 dedos? Como Jacob ia e voltava da Ilha ao bel-prazer? Como assim a bomba atômica explodiu e eles não foram afetados? A lista de perguntas sem resposta não cabe num livro. E é melhor deixar assim mesmo. Vamos ficar apenas nos fatos.

A última aventura dos nossos Losties é derrotar a qualquer custo o UnLocke e preservar a ilha. Mas a maioria só quer mesmo é vingança. Jack, agora no posto de guardião, age como sempre no improviso acreditando ser seu destino dar um fim ao responsável pelas mortes de seus amigos e desgraças sem fim que tiveram que passar. Desmond com seu poder de absorção eletromagnética consegue desativar o poder da Ilha tornando UnLocke mortal novamente tempo suficiente para Jack confrontá-lo. Para mim, um dos maiores mistérios de Lost é o corpo velho de Locke consegue aguentar mais de 2 minutos na porrada com qualquer um, mas enfim... no final é um tiro nas costas de Kate que dá fim ao Homem-Fumaça. Enquanto isso, Lapidus e Seus Blucaps conseguem dar um jeito num avião sozinhos com cuspe e fita adesiva onde aguardam impacientemente pelo resto dos tripulantes - Sawyer. Kate e Claire.

Jack, Hurley e Ben Linus correm para a caverna onde Jack passa o bastão para Hurley e salvando Desmond, que estava desfalecido na caverna, se sacrifica para reativar a Ilha - sabendo que iria morrer de qualquer jeito pelo ferimento à faca durante o embate titânico com UnLocke. No fim, Hurley, Ben e Desmond ficam na Ilha enquanto Lapidus, Richard (agora mortal), Kate, Sawyer, Miles e Claire se mandam daquele lugar esquecido por Deus. Fim.

Algumas cenas da Realidade são muito boas mesmo que seu roteiro seja muito duvidoso com influência de filmes de ação já vistos por aí. Tem até pulo com soco de Jack, no maior estilo video game Street Fighter. Os fãs vão comentar ainda das cenas que relembram momentos prévios da série, inclusive a cena final da realidade, TOTALMENTE previsível, mas AINDA ASSIM sensacional, de Jack fechando o olho que permaneceu aberto desde a primeira cena da série. Morreu onde começou a viver. Pelo menos, para nós.

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Flash-Sideways
O grande redentor deste final de série foi a realidade alternativa conhecida como Flash-Sideways pelos fãs. Vimos os losties começando a entrecruzar neste mundo alternativo sem saber onde isso iria dar ou como os acontecimentos desta "realidade" iriam conflitar com o mundo real. E então Desmond (o "Constante") desperta e começa a bagunçar todo o meio de campo, mas com um plano e propósito. Um a um ele vai ajudando a despertar os losties necessários para dar cabo do que precisa ser feito mas... o que precisa ser feito?! O segredo é revelado aos 49 minutos do segundo tempo com Jack sendo o único a resistir aos despertar até que finalmente seu pai e catalisador de quase tudo que motivou seu sofrimento até então retorna e explica... ele está morto. Todos nesta linha de argumento estão. E ao invés de Flash-Sideways esta realidade está mais para Flash-Afterlife. Praticamente todo o cast original participa do encontro final, com Christian Sheppard ("Pastor Cristão") levando todos para seu próximo passo no além vida.

Muitos fãs não vão entender este delicado conceito, porque a idéia de "tempo não-linear" de um limbo (ou purgatório) não é tragável para todos. Já leio por aí gritos de "então eles estavam mortos desde sempre?" e coisas do tipo...

A resposta para isso está em pequenas dicas deixadas pelos persogens... começa quando Kate diz que sentiu muita saudade de Jack, implicando algum tempo decorrido desde seu último beijo. Passa pela despedida de Hurley e Ben, quando ele diz que Ben foi um excelente número 2, implicitamente dizendo que ambos tiveram uma vida protegendo a Ilha juntos e se encontraram no Flash-Afterlife agora. E, para os mais distraídos, o pai de Jack responde claramente quando este pergunta se estão todos mortos agora - "Em algum momento, todos morreram". Acontece que nunca saberemos como foi a vida dos que escaparam no avião, como Desmond saiu da Ilha e mesmo se UnLocke morreu de verdade. Em algum ponto do tempo, a linha da vida de cada um foi rompida e todos foram parar no Flash-Afterlife. O Flash-Afterlife não é "no futuro", existe fora do tempo.

Muitos podem se perguntar porque na partida para o próximo nível, os losties não esperaram por família ou amigos tradicionais, ficando somente com os colegas de aventuras. Por que isso? Outra resposta dada por Jacob como mamão-com-açúcar.

Eles os escolheu por serem como ele: solitários, sem ligações verdadeiras no mundo, mesmo os que tinham família, ela pouco representava em suas vidas. O único momento em que eles se sentiram parte de algo foi em volta dos companheiros de tragédias e vitórias... "Live Together Or Die Alone" se transformou em "Die Alone, Maybe, But Live On All Together"...

Um toque interessante foi que alguns losties não foram despertados, como Ana-Lucia (porque "não estava pronta ainda"), e Ben resolveu ficar mais um pouco - como que para pagar um pouquinho por tudo que fez na vida. Gosto de pensar que ele será um "Desmond", que já desperto ajudará aos outros a cruzar para o outro lado.

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Perguntas respondidas ou não, fica a certeza agora de que Lost nunca foi sobre a Ilha, o maior McGuffin de todos os tempos, e sim, sobre pessoas e seus questionamentos e relacionamentos. Com o último fechar de olhos de Jack ao lado do cão Vincent sorrindo para seus amigos partindo no Ajira, Lost se despede magistralmente deixando para trás fãs que não faziam idéia do vazio que esta série vai deixar para muitos. Até eu, que não levava fé no fechamento da história, fui surpreendido por um sentimento de perda. Um sentimento que, como diz minha mãe, reflete como a morte nos afeta: os que continuam vivendo são os que sofrem mais.

Confesso, eu não estava pronto.
Mas a gente nunca está...

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Um Álbum às Quintas

:: Desde os 14 anos eu parei de usar chapéu. Não uso boné. Mas como já usei boinas pretas eu resolvi dar uma chance ao Jason Mraz, aquele cantor cujo sobrenome significa "congelado", e baixei seu álbum de 2008 - We Sing, We Dance, We Steal Things.



Posso afirmar, podia ser muito ruim e não é. Como não assisto novela ou escuto FM, conhecia de passagem "I'm Yours" e "Lucky" (dueto com Colbie Caillat) que não merecem a humlhação da superexposição nas rádios de pagode/axé/sertanejo/pop. Recomendo "Make It Mine", "Only Human". Alguém me diga se "The Dynamo Of Volition" não parece influenciado por Jamiroquai?!

Recomendo para quem gosta de som fácil mas, ao mesmo tempo, com aquele pé na sofisticação. Não é nada de sensacional (claro , o que esperar de um vegetariano plantador de abacate que usa chapéu o tempo todo?) mas ainda assim é melhor do que muita coisa nas trilhas sonoras internacionais da vida por aí.
 
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