segunda-feira, 26 de abril de 2010

Um Lugar (às vezes) às Segundas

Nem todo mundo pode viver a glamourosa vida de agente a serviço secreto de Sua Majestade em encontros excitantes em bistrôs franceses com figuras sombrias e sofisticadas. Se sua a passagem até a França não é coberta pelo governo e não combina com seu orçamento, aqui mesmo em São Paulo você pode apreciar um típica casa parisiense alí nos Jardins... o Paris 6.



Com decoração interna art nouveau, o seu nome deriva de um distrito de Paris conhecido pela boemia e gastronomia. Com cardápio clássico e moderno - e um dos poucos a disponibilizar seu menu com preços online - uma das maiores atrações é o café da manhã europeu com toque tupiniquim servido à vontade pelo valor de R$ 25,00 nos fins de semana.



Ideal para as manhãs modorrentas de domingo (as minhas normalmente são) o Paris ousadamente está aberto 24 horas por dia, com opções quase completas de jantar na madrugada e possui ainda wi-fi liberado à clientela.

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Da próxima vez que marcar com um informante da máfia corsa francesa ou apenas tiver vontade de impressionar a namorada, o Paris 6 - bem ali na Haddock Lobo - é certamente mais uma boa opção, senão a melhor.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Pedofilia, Profetas e Rock'n Roll

:: Era uma vez um pastor americano chamado Jimmy Swaggart que afirmava que o rock'n'roll era a nova pornografia. Se você tem mais de 30 anos, lembra dele na TV bem cedinho. Andou sumido, talvez porque foi preso por solicitar serviços de prostitutas com dinheiro dos fiéis y otras cositas más.

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A sociedade é uma confluência mutável de idéias. Sexo entre/com jovens já foi chamado de aceitável, meninas eram "vendidas" cedo para casamentos arranjados para gerar filhos logo e em grande quatidade. E isso não foi na Idade das Trevas, foi ali bem na esquina do século XX, coisa pouca atrás. Acredito que a prática ainda seja comum em lugares mais remotos deste país, que dirá de outros menos civilizados.

Como alguns devem realizar, o período pubescente é descoberta contemporânea. Não existia o que se chama hoje de adolescência: ou se era homem ou menino; Moça ou mulher - nothing in between. Não tenho certeza mas acho que foi a Psicologia - a ciência - que trouxe para a sociedade o conceito de que o período entre 13 e 18 anos era uma coisa diferente, que nenhum rito de passagem tribal poderia mudar isso, que há u ser humano em formação ainda ali (profilers criminais são impedidos por lei nos EUA de diagnosticar adolescentes pois estes mostram sinais errôneos de sociopatia que não podem ser validados ou considerados).

Quando jovem, 18, 19, 20 anos era popularmente considerado "abuso de menores" qualquer menina abaixo de 14 anos. Daí para cima era fair game. Suponho que isso varie de comunidade a comunidade. O ponto central é o que a sociedade considera aceitável, moralmente duvidoso ou execrável. Algumas coisas correm nas duas vias ... a homossexualidade fez o caminho inverso durante os anos (execrável->dúbio->aceitável).

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Jimmy Swaggart era primo de Jerry Lee Lewis. Swaggart condenava Lewis por ter se apaixonado e casado com uma menina de 13, 14 anos. Lembram de Great Balls of Fire ("A Fera do Rock"), filme com Dennis Quaid e Winona Rider?

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O problema não está no sexo em si; ninguém realmente liga para dois adolescentes, de qualquer sexo, se comendo. Entre dois teens não traumatiza? Hm... me parece óbvio que a discussão, como sempre, nunca está no ato sexual, está na relação de poder.

Um adulto sabe lidar com questões internas de um modo que um(a) adolescente não sabe. Quando um adulto fode um(a) adolescente ele está numa vantagem psicológica que atinge o(a) jovem de um jeito que ela não tem como se defender, ou contra-atacar. Não é uma relação justa, não são as mesmas regras.

Pessoalmente, assumo que o embrião dos futuros transgressores está na eterna busca para recuperar o poder que lhes foi tirado reproduzindo de alguma forma similar o abuso sofrido. Ele faz aos outros o que fizeram com ele para se sentir no controle outra vez.

No mundo moderno, como ele é construído, essas relações não podem ser permitidas de forma alguma, tem que ser combatidas e banidas. Não pelo sexo em si, mas pelo choque dissociativo que sexo entre esses níveis diferentes de maturidade podem criar e macular pra sempre.

As vítimas podem desenvolver comportamento semelhante ao agressor, quando homens e, quando mulheres, uma sexualidade exarcebada com homens mais velhos - elas racionalizam que o sexo é um meio de dominação.

Se é algum conforto, ninguém sai inerte deste crime hoje em dia. O perpetrador vive com a sombra do medo de ser descoberto. no mundo de hoje, onde a subcelebridade é instantânea, o pedófilo treme de medo em pensar em se expôr - que criminoso sexual enviaria uma fita para o BBB sabendo que seu background vai sofrer escrutínio total? Seu nome não pode aparecer de jeito nenhum em lugar algum sob o risco de suas vítimas abrirem a boca para se vingar ou se promover. Não pode se destacar em nada que faz, não pode ser o número 1, não pode se tornar famoso ou conhecido, não pode ser polêmico.

E sobre a vítima, a personagem que realmente importa, resta-nos apenas torcer para que outras influências negativas como a criminalidade, a pobreza, o preconceito racial, etc não sejam adicionadas à sua realidade. O cocktail pode ser explosivo.

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Ao ouvir sobre a frase do Pastor Jimmy Swaggart, um canadense chamado Carl Newman nomeou sua banda de Indie Rock como The New Pornographers, banda com melodias como essa...



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Li recentemente que estudos comprovam que a pornografia diminui a incidência de crimes sexuais, aliviando traumas, fetiches e desejos malucos que os homens tem - protegendo, talvez, a sociedade de suas bizarras excêntricidades. Gosto de pensar que o rock'n'roll é uma pornografia também.

Se for verdade, desconfio que se alguns religiosos (ou não) ouvissem um pouco menos a palavra de seu Deus e prestassem mais atenção na música do demônio vez em quando, mais crianças seriam poupadas de uma vida para sempre incompleta.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Um Gadget às Sextas

Se no Brasil você não pode se divertir combatendo jihadistas no deserto ou insurgentes chechenos que explodem metrôs russos com uma Kalashnikov, não desanime. Nos fins de semana de sol e piscina, você ainda pode impressionar os colegas com sua expertise em armas de fogo com a pistola d'água AK-47 Aqua Fire.



Ideal para encharcar vizinhas arrogantes e executar seus cabelos brincar no condomínio, a AK-47 Aqua Fire funciona com duas pilhas AA, tem capacidade de 4 tiros por segundo, alcande de 8 metros (o suficiente para inutilizar a churrasqueira do vizinho inimigo) e continua disparando por 60 segundos até ficar sem munição.



A relação custo/benefício é outra vantagem, com o preço de uma AK-47 no mercado negro a 25 dólares num camelô no oriente-médio, adquirir uma Aqua Fire por apenas 20 dólares é uma verdadeira economia dessas que só uma câmera TekPix poderia oferecer a você.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Um Álbum (De Vez Em Quando) às Quartas

Aos 19 anos, Melody Gardot caiu de bicicleta.
Preocupado com a gravidade de seu traumatismo craniano, o médico sugeriu que ela exercitasse sua cognição compondo músicas enquanto estava na cama sem fazer absolutamente nada por semanas. O resultado foi um EP de sucesso, seguido de alguns LPs e - agora - com seu último trabalho a ciclista desatenta da Filadélfia cherga sólida ao álbum My One And Only Thrill.



Comece por Baby, I'm A Fool, veja o clip no YouTube, passe para If The Stars Were Mine... pule pra Our Love Is Easy... retorne e deixe o resto rolar. Para esses dias de chuva, quando ficar em casa a dois embaixo do cobertor não é má idéia (se você tiver o home theater adequado) eu recomendo. Não é todo dia que se vê uma cantora de jazz que recebe influência de Caetano Veloso... com bom resultado. E como nem todo mundo pode ter essa inspiração, aprenda a andar de bicicleta no trânsito, ok?

terça-feira, 6 de abril de 2010

Inteligência Militar = Contradição de Termos.



Se Lyndon Johnson, presidente dos Estados Unidos em 1966, soubesse a dor de cabeça que Freedom of Information Act, a emenda que permite acesso a qualquer informação controlada pelo governo, causaria nos governos atuais... teria pensado duas vezes.

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O vídeo acima, graças à emenda supracitada, foi finalmente liberada ontem e mostra o assassinato de uma equipe de reportagem da Reuters em Bagdah por uima patrulha americana num helicóptero Apache AH-64. Aparentemente, os intrépidos americanos confundiram as câmeras de vídeo de dois integrantes da equipe com fuzis AK-47 e pediram permissão para atirar pra matar, mesmo sem provocação direta.

Como o controle na base não indicava americanos na área, a resposta foi "ok, não tem gente nossa aí, ferro na boneca!" ... o artilheiro engatilhou sua M230 Chain Gun no grupo (que continha duas crianças) e... well, as imagens já falam por si mesmas.

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Moral da história... na próxima Copa do Mundo no Oriente Médio... mandem o Galvão Bueno ou Fausto Silva para cobrir ao vivo e não a Fátima Bernardes, por favor, sim? Gratos.

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Inspired by Pax.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Uma Arma às Quartas

No caos urbano que é a cidade de São Paulo há momentos que tudo que você quer é ter Um Dia de Fúria, sair do seu carro e atirar no primeiro transeunte que olhar torto para você. Para dias assim, pode ser que a companheira ideal seja a Military Armament Corporation Model 10, conhecida na roda de samba como MAC-10.



Primeiro porque é um clássico. Todo filme já feto com militares, traficantes e bandidos de segunda tem uma MAC-10 em alguma cena. Segundo, porque é uma submetralhadora pequena e relativamente leve e, terceiro, porque como a MAC-10 é legendária por sua imprecisão em continuado ritmo de salvas é provável que você acerte qualquer outra coisa menos o seu alvo até ela rapidamente sem munição. E você não quer realmente matar o atendente do McDonald's, quer?



Com calibre (mais comum) de .45ACP, que produz "poder de parada" de 94% ao atingir o alvo, capacidade de mais de 1.000 salvas por minuto, pente de 30 tiros e pesando em torno de 2kg, a MAC-10 obteve algum sucesso nas Forças Especiais estrangeiras com seu revolucionário supressor de som acoplável e portabilidade mas logo foi abandonada por tecnologia superior o que fez com que seu preço caísse vertiginosamente e subsequentemente facilmente adquirida por organizações criminosas diversas, tais como os estúdios da Warner, Fox e Universal em Hollywood.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Prevejo que, No Futuro, Teremos Todos Direito a Nossos 15 Minutos de Anonimato

:: Ela pergunta para mim se eu conheço alguém que queira participar de um programa que está produzindo. Aparentemente, será um modelo revolucionário. O nome não está definido, mas a receita é comprada e comprovada. Eu indico meu primo, afinal ele gosta de embrenhar em matagal e não sair de lá por dias a fio. Ela diz que tudo bem, vai considerar.

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Eu estou muito interessado na casquinha de siri. É a primeira vez que provo. Ainda não esto pronto para o vinho branco, sou menino para essas coisas. Uns dois ou três goles e começo a ficar tonto. Melhor ficar só na pepsi twist. Adoro o Baixo Gávea, aqui vejo de tudo e, querendo, não vejo nada. É como a Vila Madalena, só que (muito) menor. Tem uma produtora do meu lado falando do trabalho. Parece gente boa, trabalha naquele programa dominical da Globo. Ela olha pra mim e faz uma pergunta curiosa.

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"Não entendo a dificuldade em captar gente pra aparecer a TV", digo. Ela responde que as pessoas não parecem estar dispostas a passar 2 meses de suas vidas isoladas e ter seus pensamentos teledifusados. O brasileiro não parece tão exibicionista assim. Penso por um momento que realmente eu mesmo não iria parar tudo só pela fama. Ela volta a conversar com as amigas, que também estão ansiosas para palpitar sobre o tal programa e também saber as fofocas dos artistas que circulam nos bastidores. Pelo visto, o padrasto daquela celebridade anda comendo a menina mesmo.

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As coisas mudaram um pouco. O programa foi grande sucesso e deu início a uma corrente de outros, com níveis diferentes de audiência. O nome finalmente foi decidido - "No Limite". Gerou celebridades instantâneas de data de validade baixa. Para o brasileiro, o anonimato passa a ser cruel como a pobreza e status. As redes sociais estão aí para provar. Meu gosto também mudou, eu prefiro agora caldo de feijão no bar e adquiri certa preferência por vinho branco bem gelado.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Once Upon A Time...

Estava ouvindo "Just Once" do James Ingram. Claro que você lembra, trilha sonora do finalzinho de "The Last American Virgin", filme de 1982. Mas é claro que se lembra, quando o mocinho acaba de provar seu amor à mocinha cuidando dela e custeando seu aborto pois ela havia sido abandonada pelo namorado, seu melhor amigo.

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No verão de 1999, no Carnaval, ele estava ao celular com a menina que acabava de pedir em namoro. Eu o ouvi desligar e comentar "ela disse que queria que eu estivesse lá". O que são 160km de distância numa madrugada de carnaval comparados à isso? Quase nada. Eu nunca precisei de muito convencimento para insensatez - "então vamos, eu vou com você até lá".

O céu estava sem nuvens quando eu pedi que a 120km por hora ele escolhesse uma boa reta e apagasse todas as luzes para eu pudesse botar o corpo fora do carro e apreciar a via láctea. Longe da cidade você consegue ver até satélites. Eles tinham uma música-tema... "Say It Once" da boy band Ultra. Ouviu à exaustão. Levamos apenas um pouco mais de 1 hora até Cabo Frio.

Ele ligou pra ela. Ela atendeu.

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O mocinho do filme pegou o que restou da grana que faturou vendendo seus melhores bens e comprou um bracelete de aniversário. Falta pouco pro filme acabar, o final feliz da comédia romântica está próximo. Ele a encontra na cozinha, aos beijos com seu melhor amigo, o sujeito que a engravidou. Eles ainda dão um sorriso sem jeito, como que pegos em uma travessura. Ele volta para o carro e dirige sabe-se lá pra onde. É quando a música toca e o filme acaba.

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Quando ela chega fica surpresa por nos ver lá. Recebe-nos com pressa e a gente sobe. O clima fica estranho e eu não faço idéia de porque, depois desta demonstração de impulsividade dele. Hoje eu sei melhor, claro. Quando ele se oferece pra ficar estraga seus planos de passar o carnaval com outro cara, que conheceu lá. De fato, tenho certeza de que ela não queria que ele estivesse lá.

Eu volto pro carro e coloco "Say It Once" para tocar enquanto eles se resolvem. "Patético", claro que pensei. Até mesmo canções de amor são palavras... e palavras...bem... palavras o vento leva, né?

quinta-feira, 18 de março de 2010

COVERT OPS | by øø7

Que acessar mais de uma conta de e-mail sem ter que abrir dois navegadores? O Google Chrome e demais browsers que adotaram a navegação privativa não guardam informações como cache e cookies.
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Tudo que você tem a fazer é abrir uma janela anônima (ou o equivalente no seu browser) e separar tudo que é acessado por um e-mail na primeira janela - como, por exemplo: GMail, Blogger, Flickr, Box, Facebook, Orkut - e o que for acessado pelo outro login na segunda janela. De preferência, toda a atividade que você não quer registrada faça na janela anônima. Fica a dica.

Eli The Barrow Boy | The Decemberists

quarta-feira, 17 de março de 2010

Uma Arma às Quartas | The LOST Edition

Nunca se sabe onde a agitada vida de operativo secreto pode te levar então é sempre bom estar preparado para qualquer eventualidade. Se o destino for tropical, um filtro solar é sempre útil. Se for tropical e mata fechada um spray anti-mosquitos vem a calhar. Agora, se calhar de ser tropical, em mata fechada e numa ilha que não se acha no mapa e cheia de gente e uma fumaça negra querendo te matar, há dois ítens que você precisa saber manejar na hora do aperto.



No caso de topar com uma M1 Garand, é bom saber que ela é um rifle semi-automático usado amplamente na Segunda Grande Guerra, Guerra da Coréia e no Vietnã pesando de 4 a 11 quilos, utilizando normalmente calibre .30 Springfield ou 7.62x51mm, operada a gás com 8 salvas por cartucho e alcance efetivo de 400m. Ou seja, com a M1 Garand você pode acertar a cabeça de Benjamin Linus ou Charles Widmore de bem longe e sair sem ser notado.



Por outro lado, a Ruger Mini 14 também é perfeita se o que você deseja é diminuir consideravelmente a contagem dos sobreviventes do vôo Oceanic 815 a quase zero. Pesando apenas 2.9kg e com uma variedade de calibres à disposição (.223, 7.62x39mm, etc...) e velocidade de disparo de 945m/s a Ruger Mini 14 é usada até hoje por algumas unidades de manutenção da lei nos EUA e também pelos inimigos de Sheppard, Austen, Jarrah, Kwon, Ford e Seus Bluecaps.
 
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